Olá leitores!
Desde muito cedo sempre tive contato com a leitura, não somente no ambiente escolar. Meu pai como jornaleiro, sempre teve o hábito de levar para casa revistas, gibis e aquelas inúmeras coleções de livros infantis para mim e minhas irmãs já criarmos o gosto pela leitura. Lembro-me que antes de aprender a ler, adorava procurar por figuras nos livros e redesenhá-las! Era simplesmente o máximo! Os contos da Disney e os inesquecíveis gibis da Turma da
Mônica, além de me inspirarem como “desenhista”, também foram imprescindíveis no desenvolver da minha competência leitora. Na escola, o mundo literário também foi muito marcante. Existia uma biblioteca, onde sempre nos reuníamos, eu e meus amigos, para a realização dos trabalhos escolares e para os empréstimos dos livros. Os clássicos de Monteiro Lobato como Jeca Tatu, Reinações de Narizinho, O primeiro beijo (de Marcia Kupstas), são alguns dos livros que me recordo e que marcaram minha vida escolar. Em consequência do gosto pela leitura, veio o gosto pela escrita, por querer aprender palavras novas, por querer conhecer os sinônimos das palavras e enriquecer meu vocabulário (isso perdura até hoje)! Reconheço que o incentivo dos meus pais e da escola foi essencial para que eu adquirisse esse prazer com a leitura e consequentemente com a escrita. E, como professora, torço para que esse mesmo prazer, não seja totalmente perdido pelos nossos alunos.
Mônica, além de me inspirarem como “desenhista”, também foram imprescindíveis no desenvolver da minha competência leitora. Na escola, o mundo literário também foi muito marcante. Existia uma biblioteca, onde sempre nos reuníamos, eu e meus amigos, para a realização dos trabalhos escolares e para os empréstimos dos livros. Os clássicos de Monteiro Lobato como Jeca Tatu, Reinações de Narizinho, O primeiro beijo (de Marcia Kupstas), são alguns dos livros que me recordo e que marcaram minha vida escolar. Em consequência do gosto pela leitura, veio o gosto pela escrita, por querer aprender palavras novas, por querer conhecer os sinônimos das palavras e enriquecer meu vocabulário (isso perdura até hoje)! Reconheço que o incentivo dos meus pais e da escola foi essencial para que eu adquirisse esse prazer com a leitura e consequentemente com a escrita. E, como professora, torço para que esse mesmo prazer, não seja totalmente perdido pelos nossos alunos.

